Viralatas Cósmicos: do barro ao byte
Publicação real: data original não confirmada no acervo.

Projeto artístico em desenvolvimento. Apresentação atualizada em . A proposta anteriormente apresentada neste endereço como DGU Brasil passa a ser apresentada como Viralatas Cósmicos. O registro e a data do anúncio original são preservados no acervo.
E se a nossa colonização tivesse começado pelas estrelas? É dessa pergunta que nasce Viralatas Cósmicos, uma instalação imersiva em desenvolvimento em Ilha Comprida, no litoral paulista. Escultura, pintura, realidade aumentada e trilha sonora original se encontram numa fábula brasileira sobre memória, território e pertencimento, ligada ao universo criativo Die Gotica.
Uma fábula que muda o ponto de vista
Na narrativa, os visitantes de Aldebarã chegam cheios de certezas e entendem muito pouco do lugar que encontram. São eles os colonizadores atrapalhados. O conhecimento que orienta a história pertence aos povos que já estavam aqui. A sátira se volta para a pretensão de superioridade de quem chega de fora.
O nome transforma o chamado complexo de vira-lata numa afirmação de identidade. Ser viralata, nesta obra, é reconhecer a mistura como força. A ficção científica não pretende explicar a história real dos povos originários: abre um espaço de imaginação, humor e encontro com o território.
Do barro à imagem que desperta
A experiência proposta começa com esculturas e grafismos que parecem guardar uma vida secreta. Ao apontar o celular, o visitante encontra uma camada de realidade aumentada: a matéria ganha luz, movimento e outra dimensão narrativa. A trilha sonora acompanha o percurso, conectando o objeto físico à imagem que emerge na tela.


Um percurso em três atos
A Falha na Matrix. O primeiro encontro acontece entre som, escultura e celular. Os grafismos começam a revelar uma presença que não era visível à primeira vista.
A Revelação de Aldebarã. A história se expande para os quadros e para as intervenções digitais, revelando a participação atrapalhada dos visitantes de outro mundo.
Somos Todos Viralatas Cósmicos. As linguagens se encontram numa celebração da mistura cultural e do pertencimento. O visitante atravessa uma fábula que parte da matéria e se amplia pela tecnologia.
Artistas, território e criação compartilhada
A apresentação do projeto situa sua concepção em uma trajetória iniciada em 2022 e identifica a relação com a comunidade Mbya Guarani Tekoa Takuari-Ty, de Cananéia. A liderança Abílio da Silva Martins participa da consultoria cultural, acompanhando as representações e a narrativa.
Sônia Batista Stern assina a direção artística e a escultura; Guinga.Space, a direção artística e a realidade aumentada. Cristiano Stern responde pela direção geral, curadoria, trilha sonora e sonoplastia. Cris Santos participa da curadoria e da produção cultural. A produção é da SBS Studios Ltda, em Ilha Comprida.

Outras entradas para o mesmo universo
A oficina prevista Do Barro ao Byte: Criando Crônicas Fantásticas aproxima modelagem, narrativa visual e realidade aumentada para jovens de 11 a 18 anos. O romance Viralatas Cósmicos: Os Verdadeiros Colonizadores do Brasil, em preparação, amplia personagens e mitologia por outra linguagem. Livro e instalação foram concebidos para funcionar de maneira independente.
Conheça a instalação, os estudos e a apresentação completa de Viralatas Cósmicos.
Human Crafted · AI Assisted. As imagens conceituais ilustram uma obra em desenvolvimento; não documentam uma exposição já realizada. O filme de apresentação de Viralatas Cósmicos está disponível abaixo.
